sexta-feira, 10 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Projeto Vivencial
PROJETO VIVENCIAL
Antonio Rangel Costa
A Ciência é uma criação humana cujo objetivo é a compreensão da realidade. Desse modo, a Física procura melhor compreender e explicar os fenômenos físicos, a Biologia avança desvendando os mistérios da vida na Terra; A Sociologia procura compreender os fenômenos sociais e a Educação os fenômenos educativos. No nosso caso em específico no Curso de Especialização em Gestão escolar, temos uma grande responsabilidade em desenvolver um projeto de intervenção cujo objetivo é a proposta de mudança na gestão da escola em conseqüência a melhoria na qualidade do ensino e na qualidade de vida da comunidade escolar.
Ao escolher uma problemática de pesquisa como as que foram apresentadas na base de dados do Ambiente de Aprendizagem da Disciplina Projeto Vivencial, os cursistas e reconhecem nela a motivação necessária para procurar os elementos de clarificação, pistas de solução ou simplesmente evidenciar sua condição de situação-problema que implica na adoção de uma postura particular e específica como pesquisadores e objeto de pesquisa evoluem juntos e gradualmente rumo a um novo nível de maturação. Como podemos ver na classificação seguinte, elaborada a partir de contribuições de diferentes manuais de metodologia de pesquisa em Ciências Sociais:
Considerando tal classificação, pode-se perceber que a pesquisa científica, ao menos no que diz respeito à delimitação de um problema a ser investigado, situa-se a meio caminho entre a compreensão e a teorização e exige portanto que sejam delimitados métodos de pesquisa suscetíveis de fornecerem dados e informações tanto para a compreensão quanto para a teorização.
Para concluir, recorro a Laville e Dionne (1998), para quem definir a problemática de pesquisa é raciocinar a fim de dominar os fatores – conhecimentos e valores – que orientam a própria maneira segundo a qual o pesquisador aborda o problema de sua pesquisa. Para os autores
“a pesquisa permanece um domínio em que a imaginação deve desempenhar um papel importante: não com o fim de «inventar a realidade», mas para melhor abordá-la (...) Cabe ao pesquisador imaginar e ajustar a técnica, os instrumentos que lhe permitirão ajustar o objeto de sua pesquisa, extrair deles a informação necessária à compreensão que ele quer ter para compartilhar e contribuir assim para a construção de saberes” (Laville e Dionne, op. cit., p. 190-191)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALONSO, Myrtes (Orgs.) Gestão Educacional e Tecnologia. São Paulo, SP. Avercamp, 2003.
ALONSO, Myrtes (Orgs.) Formação de Gestores Escolares para Utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação. MEC/SEED, São Paulo, SP. 2002.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
PERRENOUD, P. Dez Novas Competências para Ensinar, Artmed, 1999.
ROSA, Clovis. Gestão Estratégica Escolar. Petrópolis, RJ. Vozes, 2005.
THIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa-Ação. 11ed. São Paulo: Cortez, 1999.
ANTONIO RANGEL COSTA, Economista, Contador, formado pela Universidade Federal do Pará, com Habilitação em Magistério, para atuação no Ensino Médio pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, com Pós Graduação em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade da Amazônia – UNAMA, Especialista em Avaliação pela Universidade de Brasília – UNB, Especialista em Informática e Educação, pela Universidade Estadual do Pará – UEPA, Especialista em Auditoria e Controladoria pelo Centro de Ensino Superior do Amapá – CEAP. Mestre em Tecnologias da Informação e da Comunicação na Formação em Ensino a Distância pela Universidade Federal do Ceará – UFC e Universidade Norte do Paraná - UNOPAR.
Antonio Rangel Costa
A Ciência é uma criação humana cujo objetivo é a compreensão da realidade. Desse modo, a Física procura melhor compreender e explicar os fenômenos físicos, a Biologia avança desvendando os mistérios da vida na Terra; A Sociologia procura compreender os fenômenos sociais e a Educação os fenômenos educativos. No nosso caso em específico no Curso de Especialização em Gestão escolar, temos uma grande responsabilidade em desenvolver um projeto de intervenção cujo objetivo é a proposta de mudança na gestão da escola em conseqüência a melhoria na qualidade do ensino e na qualidade de vida da comunidade escolar.
Ao escolher uma problemática de pesquisa como as que foram apresentadas na base de dados do Ambiente de Aprendizagem da Disciplina Projeto Vivencial, os cursistas e reconhecem nela a motivação necessária para procurar os elementos de clarificação, pistas de solução ou simplesmente evidenciar sua condição de situação-problema que implica na adoção de uma postura particular e específica como pesquisadores e objeto de pesquisa evoluem juntos e gradualmente rumo a um novo nível de maturação. Como podemos ver na classificação seguinte, elaborada a partir de contribuições de diferentes manuais de metodologia de pesquisa em Ciências Sociais:
Considerando tal classificação, pode-se perceber que a pesquisa científica, ao menos no que diz respeito à delimitação de um problema a ser investigado, situa-se a meio caminho entre a compreensão e a teorização e exige portanto que sejam delimitados métodos de pesquisa suscetíveis de fornecerem dados e informações tanto para a compreensão quanto para a teorização.
Para concluir, recorro a Laville e Dionne (1998), para quem definir a problemática de pesquisa é raciocinar a fim de dominar os fatores – conhecimentos e valores – que orientam a própria maneira segundo a qual o pesquisador aborda o problema de sua pesquisa. Para os autores
“a pesquisa permanece um domínio em que a imaginação deve desempenhar um papel importante: não com o fim de «inventar a realidade», mas para melhor abordá-la (...) Cabe ao pesquisador imaginar e ajustar a técnica, os instrumentos que lhe permitirão ajustar o objeto de sua pesquisa, extrair deles a informação necessária à compreensão que ele quer ter para compartilhar e contribuir assim para a construção de saberes” (Laville e Dionne, op. cit., p. 190-191)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALONSO, Myrtes (Orgs.) Gestão Educacional e Tecnologia. São Paulo, SP. Avercamp, 2003.
ALONSO, Myrtes (Orgs.) Formação de Gestores Escolares para Utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação. MEC/SEED, São Paulo, SP. 2002.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
PERRENOUD, P. Dez Novas Competências para Ensinar, Artmed, 1999.
ROSA, Clovis. Gestão Estratégica Escolar. Petrópolis, RJ. Vozes, 2005.
THIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa-Ação. 11ed. São Paulo: Cortez, 1999.
ANTONIO RANGEL COSTA, Economista, Contador, formado pela Universidade Federal do Pará, com Habilitação em Magistério, para atuação no Ensino Médio pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, com Pós Graduação em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade da Amazônia – UNAMA, Especialista em Avaliação pela Universidade de Brasília – UNB, Especialista em Informática e Educação, pela Universidade Estadual do Pará – UEPA, Especialista em Auditoria e Controladoria pelo Centro de Ensino Superior do Amapá – CEAP. Mestre em Tecnologias da Informação e da Comunicação na Formação em Ensino a Distância pela Universidade Federal do Ceará – UFC e Universidade Norte do Paraná - UNOPAR.
terça-feira, 17 de março de 2009
Apresentação do Programa
A Secretaria de Educação a Distância, em 2007, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, elaborou revisão do Programa Nacional de Informática na Educação – Proinfo. Essa nova versão do Programa, instituído pelo Decreto nº 6.300, de 12 de dezembro de 2007, intitula-se Programa Nacional de Tecnologia Educacional – Proinfo e postula a integração e articulação de três componentes:
a) a instalação de ambientes tecnológicos nas escolas (laboratórios de informática
com computadores, impressoras e outros equipamentos e acesso à Internet banda
larga);
b) a formação continuada dos professores e outros agentes educacionais para o
uso pedagógico das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs);
c) a disponibilização de conteúdos e recursos educacionais multimídia e digitais,
soluções e sistemas de informação disponibilizados pela SEED/MEC nos próprios
computadores, por meio do Portal do Professor, da TV/DVD Escola etc.
Nesse contexto, surge o Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia
Educacional – Proinfo Integrado que congrega um conjunto de processos formativos,
dentre eles o curso Introdução à Educação Digital (40h) e o curso Tecnologias na
Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs (100h).
O objetivo central desse Programa é a inserção de tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas escolas públicas brasileiras, visando principalmente a:
a) promover a inclusão digital dos professores e gestores escolares das escolas
de educação básica e comunidade escolar em geral;
b) dinamizar e qualificar os processos de ensino e de aprendizagem com vistas à
melhoria da qualidade da educação básica.
Esse Programa cumprirá suas finalidades e objetivos em regime de cooperação e
colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
Referência: E:\Material de Apoio\apostila_press.pdf
a) a instalação de ambientes tecnológicos nas escolas (laboratórios de informática
com computadores, impressoras e outros equipamentos e acesso à Internet banda
larga);
b) a formação continuada dos professores e outros agentes educacionais para o
uso pedagógico das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs);
c) a disponibilização de conteúdos e recursos educacionais multimídia e digitais,
soluções e sistemas de informação disponibilizados pela SEED/MEC nos próprios
computadores, por meio do Portal do Professor, da TV/DVD Escola etc.
Nesse contexto, surge o Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia
Educacional – Proinfo Integrado que congrega um conjunto de processos formativos,
dentre eles o curso Introdução à Educação Digital (40h) e o curso Tecnologias na
Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs (100h).
O objetivo central desse Programa é a inserção de tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas escolas públicas brasileiras, visando principalmente a:
a) promover a inclusão digital dos professores e gestores escolares das escolas
de educação básica e comunidade escolar em geral;
b) dinamizar e qualificar os processos de ensino e de aprendizagem com vistas à
melhoria da qualidade da educação básica.
Esse Programa cumprirá suas finalidades e objetivos em regime de cooperação e
colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
Referência: E:\Material de Apoio\apostila_press.pdf
quarta-feira, 4 de março de 2009
Educação Digital

O Curso Introdução à Educação Digital, Promovido pela Secretaria de Educação a Distância - Seed/MEC em parceria com Seed/Ap. integra o Programa Nacional de Formação Continuada em tecnologia Educacional - Proinfo Integrado, voltado a formação de professores e gestores da educação da rede pública de ensino do estado do Amapá. Está sendo ministrado no LIED da Escola Estadual Professora Sebastiana Lenir.
domingo, 1 de março de 2009
INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL
Introdução à educação digital: orientações a(o) cursista
Vivemos em um cenário sócio-cultural que afeta e modifica nossos hábitos, nossos
modos de trabalhar e de aprender, além de introduzir novas necessidades e desafios relacionados
à utilização das tecnologias de informação e comunicação - TICs. Os computadores
começam a se fazer presentes em todos os lugares e, junto às novas possibilidades
de comunicação, interação e informação advindas com a Internet, provocam transformações
cada vez mais visíveis em nossas vidas.
O curso Introdução à Educação Digital foi organizado visando a familiarizar, motivar e
preparar os professores da rede pública de educação básica a utilizar computadores e
seus aplicativos, bem como recursos tecnológicos disponíveis pela Internet. Não se trata
de um curso que reduz o uso do computador a processos meramente operativos, embora
reconheçamos que dominá-los é etapa necessária para a construção de esquemas
mentais que facilitem seu uso. Trata-se de um curso que estimula o professor e o gestor
escolar a refletir sobre o porquê e o para que utilizar essas tecnologias, oferecendo os
instrumentos tecnológicos como meios para desenvolver atividades significativas e refletir
sobre diversos temas que fazem parte de sua prática docente.
É um curso que requer do professor e do gestor escolar esforço e diálogo criativo e
competente sobre o que pensa e sabe sobre as características dos recursos tecnológicos
apresentados, os temas escolhidos, atividades propostas e sobre o pensamento e
as produções dos demais participantes. Durante o o curso, espera-se que professores e
gestores escolares possam:
• Conhecer e vivenciar atividades com recursos básicos de computadores e Internet.
• Organizar e sistematizar conteúdos em vários tipos de textos.
• Participar de atividades e experiências comunicativas e cooperativas de aprendizagem.
• Buscar soluções aos desafios provocados pelas múltiplas possibilidades de trajetos
de estudo e pesquisa, leitura, navegação, elaboração, socialização, produção, publicação
de idéias, reflexões.
• Refletir sobre propostas para dinamizar sua prática pedagógica e a vivência de seus
alunos.
Vivemos em um cenário sócio-cultural que afeta e modifica nossos hábitos, nossos
modos de trabalhar e de aprender, além de introduzir novas necessidades e desafios relacionados
à utilização das tecnologias de informação e comunicação - TICs. Os computadores
começam a se fazer presentes em todos os lugares e, junto às novas possibilidades
de comunicação, interação e informação advindas com a Internet, provocam transformações
cada vez mais visíveis em nossas vidas.
O curso Introdução à Educação Digital foi organizado visando a familiarizar, motivar e
preparar os professores da rede pública de educação básica a utilizar computadores e
seus aplicativos, bem como recursos tecnológicos disponíveis pela Internet. Não se trata
de um curso que reduz o uso do computador a processos meramente operativos, embora
reconheçamos que dominá-los é etapa necessária para a construção de esquemas
mentais que facilitem seu uso. Trata-se de um curso que estimula o professor e o gestor
escolar a refletir sobre o porquê e o para que utilizar essas tecnologias, oferecendo os
instrumentos tecnológicos como meios para desenvolver atividades significativas e refletir
sobre diversos temas que fazem parte de sua prática docente.
É um curso que requer do professor e do gestor escolar esforço e diálogo criativo e
competente sobre o que pensa e sabe sobre as características dos recursos tecnológicos
apresentados, os temas escolhidos, atividades propostas e sobre o pensamento e
as produções dos demais participantes. Durante o o curso, espera-se que professores e
gestores escolares possam:
• Conhecer e vivenciar atividades com recursos básicos de computadores e Internet.
• Organizar e sistematizar conteúdos em vários tipos de textos.
• Participar de atividades e experiências comunicativas e cooperativas de aprendizagem.
• Buscar soluções aos desafios provocados pelas múltiplas possibilidades de trajetos
de estudo e pesquisa, leitura, navegação, elaboração, socialização, produção, publicação
de idéias, reflexões.
• Refletir sobre propostas para dinamizar sua prática pedagógica e a vivência de seus
alunos.
Bons estudos, Rangel.
Referência: E:\Material de Apoio\apostila_press.pdf
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