terça-feira, 1 de novembro de 2011

Devo deixar meus filhos jogarem games violentos?


 


Uma criança que já tenha seus valores próprios adquiridos pela educação praticada pelos seus pais e escolas, talvez não se tornasse violenta, ou se tornasse, não seria tão rapidamente, pois aprenderia a estabelecer a diferença entre a violência dos games e da vida real. Mas se ela cresce em um meio familiar, escolar e social já violento, ela pode acreditar que a violência é um valor a ser desenvolvido para poder sobreviver. Para esta, a violência dos games seria facilmente passada para a violência da vida.
No Japão, cuja educação e cidadania do povo atraíram as atenções do mundo quando ele enfrentou o terremoto e o tsunami em março deste ano, praticamente a maioria das crianças joga os games contendo violência, como em qualquer parte do mundo. Nem por isso aumentou a violência entre as crianças, como ocorre no Brasil.
Se as crianças de ambos os países, Brasil e Japão, brincam com os mesmos games violentos, no Japão também as crianças deveriam ser violentas, mas não as são. Por que? Uma das grandes diferenças está na educação, e nos países onde os valores como empatia, respeito ao próximo, e responsabilidade social não são ensinados pelos seus pais e escolas às crianças desde a mais tenra infância, quando então aprendem o hedonismo egoísta, que é a realização das suas vontades prazerosas sem custos, pois quem os paga são os educadores e não elas.
A empatia, o que se sente pela outra pessoa, é um valor fundamental que faz parte da cidadania a qualquer humano que viva em sociedade, deve ser ensinada pelos pais em uma educação orquestrada. Cada vez que os pais ficam contrariados, desobedecidos, frustrados, felizes, realizados e/ou qualquer outro sentimento forte, é muito importante que seja dado feedback aos filhos, para que estes aprendam o que eles provocam nos seus pais. Pais que se calam não ensinam aos seus filhos o que eles provocam nas outras pessoas. Piora muito a violência e a depredação ambiental a falta de empatia para quem as sofre.
Na violência gratuita, comum nos games, o prazer em matar e destruir tudo à volta é egoísta e além de não aparecerem os sofrimentos das vítimas, dos seus familiares e amigos nem os custos das destruições provocadas pelo violento, ele ainda é premiado.
Há tempos, talvez uns 30 anos, vi em uma tira de humor de jornal, cujo autor não me recordo agora, esta sequência: 1º quadro: muitas pessoas entrando, portanto de costas para o leitor, num cinema, cujo imenso cartaz trazia um caubói parado, de frente, com os joelhos curvados para fora, como se andasse a cavalo, com um revólver de cada lado com as mãos afastadas, como se estivesse pronto para atirar primeiro, num duelo de vida ou morte... 2º quadro: dentro do cinema, o mocinho na tela na posição acima descrita e na platéia, aparecendo somente as nucas da platéia... 3º quadro: todos os homens saindo de pernas abertas como se estivessem com revólveres em seus coldres e prontos para sacá-los antes do seu rival, o bandido...
Se a criança já é mais agressiva, impulsiva, explosiva, gritona, mal-educada, não respeita regras sociais de convivência, menos empática, sem suportabilidade às mínimas frustrações e absorvedora de comportamentos inadequados à sua volta, como os da tira acima citada, os games violentos somente pioram o comportamento dela. Portanto, os pais têm que controlar e não deixar passar nada que piore seu comportamento, principalmente as atividades interativas como são os games violentos.

Por Içami Tiba mais detalhes em: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/2011/09/22/devo-deixar-meus-filhos-jogarem-games-violentos.jhtm.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Curso Tutoria OnLine 3

Recortes do Fórum

Se você vei fazer parte da turma faça uma reflexão

... Não podemos exigir que todos os alunos construam seus conhecimentos com os mesmos rendimentos, somos seres humanos e como tais possuímos diferentes maneiras de pensar e agir, além do mais somos educadores e as habilidades  e ou a falta dessas não podem ser motivo de exclusão, pois um indivíduo sempre possui talentos que deve ser aproveitado no trabalho educacional em prol do mesmo.(Aline Cerqueira).
...é fundamental que o tutor busque dominar diferentes técnicas e instrumentos de avaliação a distância e online para não permitir que o tutor se sinta "culpado" por possíveis falhas cometidas por tais alunos.  (Alzira de Souza)
As expectativas, são sempre renovadas. Adquirir novos conhecimentos para podermos melhorar nossa prática pedagógica é sempre o objetivo de cada um de nós.( Aurivane Rodrigues)
A escolha por fazer o curso de Tutoria Online, ofertado pelo NTE, AP, demonstra ser de grande valia para docentes que almejam atuar na tutoria online, por tal motivo estou fazendo este curso. Aproveito o curso em destaque porque a EAD hoje se amplia atualmente, com a utilização dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem a Distância. (Clodomir Falcão)

...estar aberto ao ensino à distância é excepcional e ao mesmo tempo é uma tarefa árdua, porque o mesmo nós permite deliberar os horários que se quer estudar e realizar as tarefas. Importante é levar com seriedade, compromisso.(Marisete Barbosa)
O 1ºencontro presencial foi extremamente produtivo e prazeroso. Primeiro por conhecer vocês, tutores. Em segundo lugar, por externarmos as nossas expectativas, esperanças e até -em alguns casos - frustrações anteriores.Por suas colocações, é muito bom saber que podemos contar com sua experiencia e conhecimentos no decorrer do curso e da minha parte, procurarei corresponder a seu empenho. (Raimundo Alcantara)
Então, mais do que nunca devemos abraçar cursos desta natureza, como este que estamos iniciando que, com certeza, vai contribuir em muito para o nosso aperfeiçoamento profissional e partir daí, abraçarmos novas oportunidades. ( Ilton Alves)
Obs: Recortes do fórum de apresentação tutoria online- ministrado pelos mestres Aline Cerqueira e Rangel Costa-  Macapá-AP/Outubro de 2011. Contribuição da Cursista: Marisete Barbosa. Mais detalhes:http://cursotutoriaonline3.blogspot.com;
Referencias:http://eproinfo.mec.gov.br forumnovo_lis2.php?sid=D82239BE40DD3F44993F4A7883267A6A&af=&codmensagempai=3791991&codturma

Curso Tutoria OnLine 3


CONCEITO DE TUTORIA
Contribuição do Cursista Rogerio Araújo Ferreira: “profissional de educação que desenvolve suas habilidades e competências na modalidade à distância, interagindo com professores e alunos de educação a distância através dos sistemas de comunicação em ambientes virtuais de ensino-aprendizagem.” 
Texto “TUTORIA EM EAD” - Fernanda Pires Jaeger, Aline Accorssi

Texto “Um Sistema Tutor Inteligente para um Ambiente Ensino Aprendizagem” - Demetrius Ribeiro Lima, Marta Costa Rosatelli
Mais detalhes no Blog: http://cursotutoriaonline3.blogspot.com

Curso Tutoria OnLine 3

O Núcleo de Tecnologia Educacional do Amapá (NTE) – Marco Zero, de Macapá, AP, abre as portas para receber  a terceira turma de Tutoria Online. A turma é composta em sua maioria por professores que atuam na rede estadual de ensino do Amapá. 




Segundo a proposta do Curso de Tutoria Online, o objetivo se destina a formar profissionais educadores com perfil pedagógico, para atuarem em EAD, diante da crescente ascensão dos cursos a distância que são ofertados por institutos, faculdades e empresas, na modalidade on line.

Percebe-se atualmente, que a função de tutor on line como um “papel emergente” nas discussões teóricas e práticas da academia. Portanto, precisamos promover e incentivar a capacitação de educadores para adentrar neste mercado. 


A terceira turma de tutoria  online está regida sob a tutela dos Especialistas em Educação Aline Cirqueira e Antonio Rangel que desempenham atividades profissionai na unidade do Núcleo de Tecnologia Educacional em Macapá. Fotos (Clodomir Falcão). Mais detalhes sobre o Curso em: http://cursotutoriaonline3.blogspot.com;

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Visita a Escola Estadual Sebastiana Lenir


Nesta Quinta-feira, estivemos visitando o Lied da Escola Estadual Profª Sebastiana Lenir. Conversando com a Profª Selma Baliero, Coordenadora do Ambiente me informou que neste semestre está sendo trabalho um Projeto de Inclusão Digital com os alunos de 1ª a 4ªsérie, com o objetivo de promover a inclusão digital, na oportunidade acompanhamos os alunos na pesquisa de assuntos na Internet, direcionados pelos professores. Foto: Rangel.

Abertura do Curso Mídias na Educação - Ciclo Avançado


Nesta Terça-feira, dia 16.08.2011 às 19:00 hs, no Auditório da Unifap, foi realizada a Abertura do Curso de Especialização em Mídias na educação, com uma Aula inaugural com a apresentação do Curso feita pelo Coordenador do Curso Prof. Rafael, os módulos que serão estudados, cargas horária. Os módulos foram apresentados pelos Tutores. Foto: Rangel.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Tecnologia na educação


Professora gaúcha descobre a importância do blog no ensino
Quinta-feira, 11 de agosto de 2011 - 11:30
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Alunas do curso normal do Instituto de Educação, em Uruguaiana, aprendem, com o uso das tecnologias, a manifestar preocupação maior com a língua escrita, a clareza das idéias e o entrelaçamento do texto com imagens (foto: arquivo da professora Suely Aymone)Professora de literatura e língua portuguesa, Suely Aymone sempre buscou alternativas que tornassem menos artificiais as práticas de escrita dos alunos. O blog, com a capacidade de atrair leitores e colaborar para a interação entre diferentes pessoas, despertou a atenção da professora do Instituto Estadual de Educação Elisa Ferrari Valls, em Uruguaiana (RS). Ela passou a usar a ferramenta tecnológica como um espaço de reflexão pessoal sobre o mundo e a vida e também como suporte de aprendizagem para os alunos do curso normal (formação de professores).
O interesse da professora surgiu no dia em que conheceu um blog criado pela educadora Marly Dagnese Fiorentin, o Blogosfera Marli, que reúne temas de educação e tecnologia. “Eu me encantei. Era isso que procurava”, conta Suely, formada em letras, com especialização em ensino de língua portuguesa e em tecnologias em educação. Daí para a criação de seu primeiro blog foi um passo. Com o Ufa! Bloguei!, ela se propôs a “ensaiar — descobrir a linguagem dos blogs — para depois estrear”. Em seguida, veio o Espichando a Conversa, blog dos estudantes do curso normal. “Foi uma primeira tentativa de uso da web como mediadora de aprendizagem”, diz.
As experiências não pararam ali. Suely também criou os blogs Curso Normal – Aproveitamento de Estudos 2009/2010 e @prender_Fazendo, no qual os alunos são autores. “Descobri que blogar é uma forma de chegar mais perto da minha utopia, a de espalhar que todos podemos (e devemos) ser autores, não só de textos escritos e orais, mas da nossa história, nossa vida.”
O que a professora gaúcha mais tem observado, a partir dessas experiências, é a alegria dos estudantes ao ter um texto publicado: “Os alunos sentem-se valorizados; são lidos por outras pessoas, além do professor”, ressalta. “Além disso, eles passam a manifestar preocupação maior com o uso da língua escrita, com a clareza das idéias, o entrelaçamento do texto com imagens, entre outros pontos.”
Suely observa que há muito o que construir, especialmente o diálogo, exercitado nos comentários — os estudantes ainda ficam inibidos no momento de fazer comentários em blogs que visitam. “Volta e meia, refletimos sobre a necessidade de desenvolver uma ‘atitude blogueira’; ou seja, publicar, conversar, trocar idéias, interagir com autonomia, pois todos temos coisas para dizer e devemos dizê-las”, destaca a professora, que atua no magistério há 25 anos.
Grupo — Responsável pela coordenação do laboratório de informática do instituto, Suely tem planos de formar grupo de estudos sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação (TIC) na educação. “Pretendo refletir com os colegas sobre a necessidade desse uso, ao mesmo tempo em que faremos experiências com interfaces da web que permitam e facilitem a construção coletiva de conhecimento”, explica.
Para ela, é importante que o professor estimule a presença on-line dos alunos por meio de blogs para que eles percebam a web também como possibilidade de aprendizagem colaborativa. Eles devem usar as TIC criticamente, como produtores de conhecimento, não apenas como consumidores.
Fátima Schenini
Confira os blogs:
• Blogosfera Marli
• Ufa! Bloguei!
• Espichando a Conversa
• Curso Normal – Aproveitamento de Estudos
• @prender_Fazendo
Saiba mais no Jornal do Professor
Palavras-chave: blogs, tecnologias em educação, TIC
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16957

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